Vem, me faz um carinho.
Me toque mansinho.
Me conta um segredo.
Ou me enche de beijo.
Você está brava comigo?! Você partiu a porra do meu coração!
Quando as pessoas têm liberdade de escolha, elas escolhem errado.
E a primeira música que toquei foi aquela música que era uma espécie de hino pra nós dois. Ela é tão linda… E sim, ela continua sendo muito nossa e lembrando demais você. Mas, ainda sim, não dói mais. Você não pergunta essas coisas, mas, eu sei que gostaria de saber. Porque te conheço. E isso não mudou.
Muitas vezes eu te escrevi textos de despedidas, mas nenhum deles era verdadeiro. Por isso, o grande número. Querer te dizer adeus era minha forma de defesa que sempre deu errado. E todas as vezes que você leu esses textos, sei que riu. Não é normal começar com um “precisamos nos afastar” e terminar com um “amo você”. Perdão, maluquice sempre foi meu forte. E você meu fraco. Mas a questão é: depois de tantas atuações de despedidas, você acha que eu consigo fazer uma, ser de verdade? Pode parecer fácil, já que tenho treino. Mas dói, porque eu sabia que eu sempre voltaria para você. Mas agora, nem sei se tenho pra onde voltar. Te dizia “adeus” como quem dizia “amo você”.


